Segunda-feira, 14 de Maio de 2007

Química e Bioquímica

Os químicos e os bioquímicos:

·       Estudam as propriedades das moléculas e realizam experiências para descobrir novas moléculas.

·       Desenvolvem e aplicam métodos que permitem identificar as moléculas e os agrupamentos que constituem as substâncias.

·       Desenvolvem, igualmente, métodos de produção de substâncias que possam ter interesse comercial (fibras sintéticas, tintas, colas, componentes electrónicos, lubrificantes, protectores solares, produtos alimentares, etc.), sendo responsáveis pelo controlo do respectivo processo de fabrico.

Assim, transmitem especificações técnicas aos trabalhadores do sector produtivo, como o tipo e a quantidade de ingredientes a utilizar, os tempos de mistura e a temperatura para cada fase da produção. Posteriormente, procedem ao ensaio dos produtos para averiguar se o resultado é o pretendido e elaboram relatórios técnico-científicos em que registam as características e qualidade do resultado final. Também estudam os mecanismos e as velocidades das reacções, de modo a optimizar os processos produtivos.

 

Os químicos podem dedicar-se à investigação fundamental ou à investigação aplicada. Na investigação fundamental, analisam as propriedades, composição e estrutura da matéria, bem como os princípios que regem a combinação dos elementos e as reacções das substâncias. Na investigação aplicada, desenvolvem processos de fabrico de produtos industriais e ocupam-se do respectivo controlo de qualidade. Este tipo de investigação é particularmente desenvolvido pelos químicos que têm formação em Química Tecnológica.

 

Os bioquímicos trabalham, essencialmente, em áreas da química relacionadas com a biologia. Estudam os seres vivos nas combinações e reacções químicas do seu metabolismo, reprodução, crescimento e hereditariedade. São bastantes as áreas em que podem especializar-se: genética molecular, virulogia, imunoquímica, endocrinologia, biorgânica, bioinorgânica, radicais livres, entre outras.

 

Formação

Ingresso: 12º Ano

Grau: Licenciatura em química ou bioquímica

 

Matemática, química orgânica e inorgânica, química computacional, electroquímica, dinâmica molecular, química dos materiais e física são algumas das matérias leccionadas nos cursos de química. Os cursos de bioquímica incluem, entre outras matérias, matemática, química, enzimologia, endocrinologia, biologia, imunologia e metabolismo.

 

Evolução na Carreira

Os químicos e os bioquímicos que trabalham no sector privado têm uma evolução na carreira que, na maioria dos casos, é diferente de organização para organização e até de profissional para profissional. Os factores que mais influenciam esta diferenciação são a dimensão e o tipo de actividade da organização, bem como os conhecimentos e a experiência do indivíduo. Quanto aos que trabalham em organismos públicos, a evolução na carreira rege-se, para todos eles, pela legislação, processando-se em função do mérito, do número de vagas e dos anos de serviço.

 

Emprego

Para estes profissionais, o regime laboral mais comum é o de trabalhador por conta de outrem, sendo o sector industrial o grande empregador. Por exemplo, as indústrias produtoras de combustíveis, têxteis, plásticos, tintas, detergentes, adubos ou pesticidas empregam muitos químicos, sucedendo o mesmo com as indústrias alimentares e farmacêuticas, no que diz respeito aos bioquímicos. Para além do sector industrial, também os laboratórios do Estado, institutos públicos como, por exemplo, o Instituto da Vinha e do Vinho (IVV), as universidades, os institutos politécnicos e os estabelecimentos do ensino secundário constituem entidades empregadoras quer de químicos, quer de bioquímicos.

 

Condições de Trabalho

As condições em que químicos e bioquímicos desenvolvem o seu trabalho variam de acordo com o tipo de funções exercidas. Quem se dedica à investigação fundamental, fá-lo, regra geral, em laboratórios de investigação e em gabinetes. Contudo, podem ser exigidas deslocações ao exterior, designadamente para obter determinadas substâncias. Os que têm funções relacionadas com a investigação aplicada trabalham, sobretudo, em ambientes industriais, seja nos laboratórios de desenvolvimento de produtos, no sector de produção ou no sector de controlo de qualidade dos produtos.

 

Remunerações

           

 

Remuneração

Docência Universitária

Entre 1.479,73€ e os 4.883,11€

Docência no ensino superior politécnico

Entre os 1.479,73€ e os 4.217,23€

Docência no ensino básico ou secundário

Entre os 887,84€ e os 2.795,04€

 

Perspectivas

Dado que a Química é uma ciência central, um químico é facilmente reconvertido noutras áreas de actividade, o que lhe dá uma grande versatilidade de emprego. Com efeito, podemos encontrar químicos em indústrias ou profissões que não sejam estritamente relacionadas com a química. Contudo, os interessados nestas profissões devem ter em atenção duas condicionantes de emprego. Por um lado, e apesar de se verificar alguma procura, os postos de trabalho na indústria são insuficientes para absorver a totalidade dos recém-licenciados. Por outro lado, o ingresso em organismos da administração pública está condicionado à existência de vagas colocadas a concurso. Acresce, ainda, o facto de se verificar alguma concorrência no mercado de emprego por parte dos engenheiros químicos e dos farmacêuticos.

publicado por marisacplima às 13:03

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Técnico de Radioterapia

O técnico de radioterapia desenvolve actividades terapêuticas, essencialmente na área da oncologia, sendo a sua principal actividade a administração de radiações ionizantes sobretudo em doentes com cancro. Estes técnicos registam todos os dados importantes, nomeadamente as doses de radiação aplicadas, parâmetros utilizados, duração do tratamento, desempenho do equipamento, reacções do doente, acompanhamento e a avaliação dos efeitos físicos e psicológicos do tratamento.

Alguns destes técnicos participam também em programas de prevenção, de promoção e de educação para a saúde, maioritariamente no domínio da oncologia.

 

Formação e Evolução na Carreira

Ingresso: 12º Ano

Grau: Licenciatura

 

Este curso compreende um modelo bietápico composto por um primeiro ciclo de três anos, que confere o grau de bacharel, a que acresce um segundo ciclo de um ano que permite a obtenção do grau de licenciado. Os cursos em Radioterapia compreendem normalmente aulas teóricas e práticas e períodos de estágio.

Ao longo da carreira, é muito importante que estes profissionais se mantenham actualizados face à permanente evolução científica e à sofisticação tecnológica da sua área profissional, de modo a reflectir-se no aperfeiçoamento de técnicas de tratamentos e na sua aplicabilidade.

 

Emprego

Os técnicos de radioterapia exercem a sua actividade em:

·         Hospitais públicos com unidades de radioterapia;

·         Estabelecimentos especializados em doentes oncológicos;

·         Centros de saúde;

·         Clínicas privadas;

·         Empresas de venda de equipamentos relacionados com a actividade de radioterapia;

·         Estabelecimentos de ensino superior.

 

Condições de Trabalho

A actividade do radioterapeuta desenrola-se maioritariamente na sala de tratamentos onde estão localizados os equipamentos de radioterapia. Como esta é uma profissão onde existe risco de exposição excessiva a radiações, estes técnicos são regularmente sujeitos a exames de controlo médico e vêem-se obrigados ao cumprimento rigoroso das regras de segurança e protecção neste domínio, nomeadamente o uso de diversos acessórios de protecção radiológica.

 

Perspectivas

Esta profissão apresenta boas perspectivas de desenvolvimento, quer porque o sector da saúde se caracteriza por um dinamismo global acentuado, quer porque o cancro é uma das doenças com maior incidência a nível mundial e a procura constante do seu tratamento constitui um forte factor de evolução das profissões mais directamente relacionadas com as doenças oncológicas.

publicado por marisacplima às 13:01

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Técnico de Farmácia

Os técnicos de farmácia desenvolvem um conjunto diversificado de actividades relacionadas com a prevenção, diagnóstico, terapia e reabilitação pelo uso de medicamentos. As suas funções variam consoante o contexto profissional em que são exercidas.      

            No âmbito de uma farmácia hospitalar, por exemplo, estes técnicos intervêm em todas as fases da distribuição dos medicamentos, para que estes sejam utilizados de uma forma mais correcta e racional possível. O seu trabalho abrange, assim, tarefas relacionadas com a distribuição dos medicamentos pelos diferentes serviços hospitalares, as suas condições de armazenamento, controlo de validade, aquisição de novos produtos, gestão de stocks, etc.

Nos estabelecimentos e serviços de venda ou fornecimento de medicamentos (como farmácias hospitalares, comunitárias, militares ou prisionais), cabe-lhes assegurar a dispensa de medicamentos, de acordo com a prescrição terapêutica. Nesse acto, é da sua competência informar e aconselhar os utentes e outros profissionais de saúde para uma correcta utilização dos medicamentos, alertando-os, por exemplo, para o modo como devem ser tomados, as suas contra-indicações e os efeitos secundários que podem provocar.

 No domínio de trabalho comunitário desenvolvido pelos serviços de saúde, compete a estes técnicos colaborar na identificação e resolução de problemas da comunidade no âmbito da utilização e consumo de medicamentos. Além disso, podem participar no planeamento e desenvolvimento de acções e programas de formação, educação e sensibilização e esclarecimento de utentes e profissionais de saúde no âmbito da utilização e consumo de medicamentos.

Dada a natureza das suas funções, é fundamental que estes profissionais trabalhem de um modo preciso e cuidadoso, devendo ter sempre presente que o uso de medicamentos interfere com a saúde e a vida de quem os utiliza. Quando dispensam medicamentos, é particularmente importante que sejam bons comunicadores, dado o contacto frequente que têm com o público e o papel de aconselhamento e informação que desempenham no seu dia-a-dia: por exemplo, quando dão informações sobre determinado medicamento e sua correcta utilização, devem fazê-lo de uma forma simples, clara e compreensível, tendo em conta o nível sócio-cultural do utente. Juntamente com o gosto pelo contacto humano, devem ter a capacidade para trabalhar eficazmente em equipa, pois tal faz parte integrante do seu quotidiano (por exemplo, com farmacêuticos, médicos, enfermeiros, colegas de profissão ou auxiliares de acção médica).

 

Formação

Ingresso: 12º Ano

Grau: Licenciatura em Farmácia

 

Quem deseje enveredar por esta profissão necessita de se formar em Farmácia. Regra geral, esta formação compreende aulas teóricas e práticas e períodos de estágio. No início, os seus planos curriculares integram normalmente disciplinas gerais nos domínios da anatomia, química, biologia, patologia e ciências ou cuidados de saúde. À medida que prossegue a formação, aumenta o número de disciplinas mais especificamente relacionadas com a profissão, como técnica laboratorial, farmacologia, farmacoterapia, métodos e técnicas de farmácia, organização e gestão em farmácia e tecnologia de produção em farmácia.

 

Evolução na Carreira

        A evolução profissional dos técnicos de farmácia depende do tipo de entidade para a qual trabalham. Os que se encontram empregados nos serviços públicos de saúde estão integrados na carreira de Técnico de Diagnóstico e Terapêutica, progredindo de acordo com o que está legalmente estipulado (de Técnico de 2.ª Classe a Técnico Director). Os critérios considerados para esta evolução, dependendo da categoria em questão, incluem número de anos e qualidade do serviço prestado, avaliação curricular e prestação de provas públicas.

            No sector privado e cooperativo, estes profissionais também são denominados Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica, sendo a sua evolução profissional menos estruturada e reflectindo-se maioritariamente na remuneração auferida, na especialização técnica e no nível de responsabilidades assumidas.

            Independentemente do contexto em que exercem a sua actividade, estes profissionais devem ter a preocupação constante de actualizarem os seus conhecimentos técnico-científicos ao longo de toda a sua carreira profissional, devido ao facto das ciências da saúde registarem avanços sucessivos e constantes.

 

Emprego

        No sector público, os técnicos de farmácia encontram-se integrados no Serviço Nacional de Saúde (SNS), trabalhando maioritariamente em hospitais. No sector privado, é comum encontrar estes profissionais em instituições privadas de saúde, farmácias comunitárias, laboratórios e empresas da indústria farmacêutica. A actividade por conta própria não é comum entre estes profissionais.

 

Condições de Trabalho

        Considerando os seus diversos campos de actuação, estes profissionais podem trabalhar em diferentes locais: laboratórios, farmácias, salas de produção da indústria farmacêutica, armazéns de medicamentos e de matérias-primas, hospitais, etc. Em regra, trabalham em ambientes limpos, iluminados, arejados e, por vezes, esterilizados, nomeadamente quando intervêm na produção de medicamentos. Neste caso, pode ser obrigatório o uso de roupa de protecção, incluindo luvas e máscaras, entre outros acessórios.

Dada a diversidade das áreas de intervenção em que a profissão pode ser desenvolvida, as restantes condições de trabalho são também variáveis. Nos hospitais, por exemplo, a necessidade de garantir o permanente funcionamento das suas farmácias leva a que seja preciso trabalhar fora do período normal de trabalho (a carga horária normal é de 35 horas semanais, ainda que haja regimes especiais de 42, 24 e 20 horas).

publicado por marisacplima às 13:01

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Terapêutica da fala

Aos terapeutas da fala compete a prevenção, a avaliação, o tratamento e o estudo científico da comunicação humana e suas perturbações, considerando que a comunicação engloba todas as funções associadas à compreensão e à expressão da linguagem oral e escrita, assim como todas as formas de comunicação não-verbal. Estes profissionais intervêm, assim, junto de pessoas de todas as idades com problemas da fala, da voz e da linguagem oral e escrita, com o objectivo último de melhorar a sua capacidade de comunicação.

Uma das suas grandes áreas de actividade consiste em intervir junto de crianças em idade escolar e pré-escolar com dificuldades de comunicação, resultantes de perturbações no desenvolvimento da linguagem e/ou da fala (articulação de sons, fluência, ritmo, etc.). Neste domínio, a sua intervenção visa sobretudo o desenvolvimento das capacidades de compreensão e de expressão oral destas crianças ou mesmo, nos casos mais graves, a utilização de sistemas aumentativos e alternativos de comunicação (por exemplo, gestos, imagens ou símbolos) assim como a utilização de tecnologias de suporte.

No trabalho com adultos, a intervenção destes profissionais está sobretudo relacionada com problemas de voz, gaguez, perda da capacidade da linguagem e da fala e alterações adquiridas da deglutição.

Estes profissionais trabalham também com pessoas que tiveram cancro na laringe e que, por isso, ficaram sem cordas vocais, cabendo-lhes ensinar como podem comunicar, por exemplo, através de uma prótese colocada na garganta ou através da fala esofágica (uso de sons produzidos no esófago).

A facilidade em comunicar e se relacionar com pessoas de todas as idades e níveis sócio-culturais, a par de uma boa capacidade criativa, são também qualidades importantes, pois delas depende a motivação dos doentes para a terapia e para os resultados a atingir. Alguns tratamentos exigem também a cooperação dos familiares do doente, aos quais estes profissionais devem saber dar orientação terapêutica. A resistência à frustração é igualmente relevante, dado que em algumas intervenções os programas de tratamento são prolongados e os resultados podem ser diminutos.

 

Formação

Ingresso: 12º Ano

Grau: Licenciatura em Terapêutica da Fala

 

Regra geral, os cursos de Terapêutica da Fala compreendem aulas teóricas, aulas de prática clínica e períodos de estágio. Os seus planos curriculares integram normalmente disciplinas no âmbito das ciências médicas (anatomia, fisiologia, e patologias médicas), das ciências do comportamento (sociologia, psicologia, psicopatologia, etc.), das ciências da linguagem (linguística, psicolinguística, etc.) e das metodologias de investigação, bem como disciplinas no âmbito específico da terapia da fala (como patologia da comunicação e intervenção terapêutica).

 

Evolução na Carreira

        A evolução profissional destes terapeutas depende do tipo de entidade para a qual trabalham. Os que se encontram nos serviços públicos de saúde estão integrados na carreira de Técnico de Diagnóstico e Terapêutica, progredindo de acordo com o que está legalmente estipulado (Técnico de 2.ª Classe, Técnico de 1.ª Classe, etc.).

            Caso exerçam funções de docência ou investigação em estabelecimentos públicos de ensino, estes técnicos evoluem, grosso modo, de acordo com os critérios definidos para a generalidade dos funcionários públicos, ou seja, com base no mérito evidenciado, no tempo mínimo de serviço e na existência de vagas na categoria seguinte.

No sector privado, a evolução profissional depende da entidade empregadora e a sua dinâmica relaciona-se, em grande parte, com o nível de rendimentos auferidos e a formação e experiência que estes profissionais vão adquirindo ao longo da carreira. A evolução dos que trabalham por conta própria, nomeadamente explorando um gabinete seu, é sobretudo avaliada pelo reconhecimento profissional, número de clientes e ganhos obtidos.

 

Emprego

As principais entidades empregadoras destes profissionais são, no sector público, hospitais e escolas do ensino básico - onde estão inseridos nas equipas de apoios educativos - e, no sector privado, clínicas, instituições particulares de solidariedade social (IPSS), centros de reabilitação e estabelecimentos de ensino, designadamente de ensino especial. Normalmente, a sua actividade é desenvolvida por conta de outrem, mas também existem terapeutas que trabalham por conta própria, a maioria em clínicas ou consultórios que exploram individualmente ou em parceria com outros profissionais de saúde.

 

Condições de trabalho

No sector público, estes profissionais têm uma carga horária normal de 35 horas semanais (ainda que haja regimes de horário especial de 42, 24 e 20 horas). No sector privado, a carga horária praticada é, regra geral, semelhante à da função pública, excepto entre aqueles que trabalham por conta própria (pois necessitam de realizar tarefas relacionadas com a gestão do negócio). Também aqueles que possuem duplo emprego possuem, necessariamente, uma carga horária semanal mais pesada.

As condições físicas em que estes técnicos exercem a sua actividade são variáveis, dependendo sobretudo do tipo de estabelecimentos onde trabalham. De uma forma geral, trabalham em salas com boa qualidade ambiental, agradáveis para os pacientes, variando o tipo de equipamento utilizado em função das situações de patologia em que intervêm e da idade dos pacientes: testes específicos de avaliação de linguagem e fala, jogos didácticos, imagens, objectos, livros, material de software específico, etc. Na maior parte dos casos, o seu trabalho não é fisicamente exigente, mas do ponto de vista psicológico exige resistência perante as necessidades emocionais das pessoas (e respectivos familiares) que necessitam dos seus cuidados.

publicado por marisacplima às 12:44

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